“Controle de Qualidade” como Estratégia de Formação de Equipes no Ensino Superior: Relato de Experiência
DOI:
https://doi.org/10.21270/archi.v15i1.6723Palavras-chave:
Autoteste, Controle de Qualidade, Eficácia ColetivaResumo
Introdução: Uma equipe preparada e unida é resultado da conexão entre o trabalho profissional e o aspecto humano. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo relatar a experiência da estratégia denominada “Controle de Qualidade” desenvolvida por um grupo do Programa de Educação Tutorial (PET) em Odontologia, no ano de 2024. Material e Métodos: Essa ação consiste em um conjunto de atividades integradoras, voltadas para avaliar a atuação individual de cada membro, promover a integração entre os participantes e analisar os eventos realizados pelo grupo sob a perspectiva de comissão organizadora. Para tanto, são utilizadas avaliações individuais e em grupo, análise dos eventos e dinâmicas. Resultados: Em 2024, ocorreram duas autoavaliações, seis dinâmicas de integração, duas avaliações internas e dez avaliações de eventos. Os resultados, qualitativos e quantitativos, permitiram reconhecer as necessidades de melhorias. Conclusão: Conclui-se que a estratégia contribui para o fortalecimento dos vínculos entre os membros, promovendo um ambiente de trabalho motivador, produtivo e acolhedor.
Downloads
Referências
1. Chiavenato I. Gestão de pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Elsevier; 2010.
2. Fumagalli IHT, Fumagalli RCS, Sudré GDA, Lago LPD, Matumoto S. Práticas colaborativas interprofissionais em espaços coletivos de unidades de Saúde da Família. Interface (Botucatu). 2025;29:e240076.
3. Peduzzi M, Agreli HLF, Silva JAM, Souza HSD. Trabalho em equipe: Uma revisita ao conceito e a seus desdobramentos no trabalho interprofissional. Trab Educ Saúde. 2020;18:e00246.
4. Bortolatto MO, Kronbauer J, Rodrigues G, Limberger J, Menezes CB, Andretta I, et al. Avaliação de habilidades sociais em universitários. Rev Psicopedag. 2022;39(118):83–96.
5. Calheira ECD, Penha R, Silva LF, Vils L, Gonçalves MLA. A relação da comunicação entre as pessoas em papel de gestão em equipes locais e geograficamente dispersas de projetos. Int J Sci Manag Tour. 2024;10(3):e943.
6. Souza FCG, Brito KDD, Feitosa LC, Melo SSL, Oliveira GF. Comunicação interna e feedback na Universidade Federal do Cariri. ID on Line Rev Psicol. 2021;15(55):88-111.
7. Bortolatto MO, Von Borowski SB, Costa JA, Lopes FM. Treinamento de habilidades sociais para universitários: Um estudo-piloto. Rev Bras Ter Cogn. 2024;20(1):17-26.
8. Chu T, Liu X, Takayanagi S, Matsushita T, Kishimoto H. Association between mental health and academic performance among university undergraduates: The interacting role of lifestyle behaviors. Int J Methods Psychiatr Res. 2023;32(1):e1938.
9. Dionísio MBR, Rangel RFM, Duarte GM, Barbosa PH, D’Affonseca SM. Intervenção psicossocial sobre violência de gênero com estudantes universitárias: estudo de viabilidade. Rev Bras Ter Cogn. 2024;20:e20240459.
10. Ministério da Educação (BR). Programa de Educação Tutorial (PET): Manual de orientações básicas. Brasília: DEPEM: SESu; 2006. p. 21-2.
11. Sahão F, Kienen N. Adaptação e saúde mental do estudante universitário: Revisão sistemática da literatura. Psicol Esc Educ. 2021;25:1-13.
12. António MISR. Importância da comunicação no contexto organizacional: Caso prático da empresa Saipem Luxemburgo Sucursal de Angola. RECIMA21. 2023;4(8):e483859.
13. Martins G, organizador. Metodologias ativas: Métodos e práticas para o século XXI. 1ª ed. São Paulo: Editora IGM; 2020.